Faz um ano que o esperado Resident Evil 5 chegou ás nossas lojas e com o monstro que foi Resident Evil 4 a fazer-lhe sombra este jogo tinha que ser algo de muito especial para chegar ás expectativas dos seus admiradores.
Infelizmente isso não aconteceu, Resident Evil 5 ficou longe daquilo que os seus fãs esperavam, não só pela falta de inovação em relação à prequela como também pela perda da sua essência de Survival-Horror tornando-se apenas num jogo de Acção-Aventura.
Os produtores sentiram o descontentamento dos fãs em relação a esse aspecto e foi então que começaram a sair os rumores de Resident Evil 5 Perdidos em Pesadelos, onde os jogadores seriam levados aos eventos que antecedem o desaparecimento de Jill Vallentine e que ia trazer de volta aquilo que nós queremos num Resident Evil, o medo e o terror.
Resident Evil 5 Perdidos em Pesadelos começa com Chris e Jill a infiltrarem-se na manção de Spencer que por mero acaso tem várias semelhanças com a mansão que Chris e Jill tiveram de escapar nos eventos do primeiro Resident Evil.
A primeira secção pode ser identificada como a secção de puzzles porque a única coisa que se faz para além de resolver puzzles é destruir caixas e barris para apanhar armamento e curas. Os puzzles requerem em alguns dos casos trabalho de equipa mas na sua maioria podem ser resolvidos individualmente e até com alguma facilidade, nada que nos faça perder a cabeça.
Uma vez ultrapassado o labirinto da mansão de Spencer, entramos na cave da mansão que mais parece uma prisão abandonada, aqui os puzzles são quase inexistentes pois o nosso verdadeiro inimigo nesta secção é a arma Bio-orgânica conhecida por The Guardian, estas criaturas com cerca de 2 metros de alturas usam uma âncora como arma sendo que um golpe bem assente possa colocar-vos numa situação complicada, mas têm a fraquesa de serem demasiado lentos o que os torna algo fáceis de ultrapassar, por vezes poderão aparecer em pares o que torna as coisas um pouco mais difíceis, mas raramente encontrarão esta situação. Os The Guardian são as únicas novas criaturas que vamos introduzidas nesta expansão e se excluírmos o confronto final com Wesker podemos dizer que estas são as únicas criaturas que enfrentamos nesta expansão.
Ao entrar na terceira secção o chão por baixo dos pés de Chris e Jill cede e estes dão uma grandessíssima queda que os faz perder todo o seu equipamento, como? não faço ideia. Agora sem equipamento somos obrigados a usar trabalho de equipa para conseguir-mos preparar armadilhas de maneira a destruir-mos os Guardians, este até é um conceito interessante se não fosse a forma inesplicável de como perde-mos o nosso equipamento e se não tivesse-mos de repetir por 4 vezes a mesma armadilha.
Passado isto, vemo-nos frente a frente com Wesker na ultima secção da expansão, Wesker ao contrário do que acontece em Resident Evil 5 onde provoca Chris constantemente, não dita nem sequer uma única palavra saltando imediatamente para a acção, após alguns minutos numa luta algo identica à luta com Wesker em Resident Evil 5, o jogo salta para a sequência final onde Jill derruba Wesker e estes caiem pela janela originando o desaparecimento de Jill.
Num abrir e fechar de olhos a expansão está terminda e embora o ambiente seja bem mais sombrio que o jogo original, pouco faz para nos proporcionar momentos de verdadeiro medo e terror, a constante repetição do mesmo inimigo e da armadilha usada na terceira secção do jogo também não ajuda e não se percebe a estranha opção de não utilizar o ecrã completo no modo cooperação offline. A única coisa que torna a compra desta expansão mais apelativa é o seu baixo custo que por apenas 4.99 euros incentiva qualquer fã da série a não perder este curto pedaço de história do universo Resident Evil.


pois sinceramente não se admite gastar mais dinheiro para jogar um jogo com pouca variedade e acção e com puzzles repetitivos como na parte de abrir a porta com a alavanca para cada um deles passarem para o check point seguinte.




eu comprei por 40 e poucos no ebay antes de sair cá 
